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dc.contributor.advisorVICENTE, José João Neves Barbosa-
dc.contributor.authorSANTOS, Elizabete Pereira dos-
dc.date.accessioned2026-07-08T17:53:40Z-
dc.date.available2026-07-08T17:53:40Z-
dc.date.issued2004-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23858-
dc.description.abstractCada um de nós tem sede de alegria. Todos nós somos atraídos pelo ideal da felicidade. Como as águas dos rios correm para o mar, da mesma maneira os homens, embora de forma diversa, vão em busca da felicidade.A tese de que a felicidade é o único bem, ou o sumo bem, foi sustentada repetidas vezes ao longo da história do pensamento ético. Foi Aristóteles quem primeiro sustentou que é o mais alto dos bens e que todos os homens aspiram à felicidade.É sobre o problema da felicidade que proponho refletir, tomando por base o pensamento de Aristóteles. Isso será feito em dois capítulos.No primeiro capítulo tratarei das noções de felicidade anteriores a Aristóteles. Muitos consideravam, o prazer, a riqueza, a honra como sendo felicidade, mas Aristóteles vem dizer que todos são meios e não fins. Segundo ele, isso nos leva a uma falsa felicidade e não ao que ele chama de felicidade verdadeira ou de sumo bem.pt_BR
dc.subjectSede de alegriapt_BR
dc.subjectIdeal da felicidadept_BR
dc.subjectPensamento éticopt_BR
dc.titleFELICIDADE EM ARISTÓTELESpt_BR
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