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dc.contributor.advisorVICENTE, José João Neves Barbosa-
dc.contributor.authorGONTIJO, Frances Deizer-
dc.date.accessioned2026-07-06T16:15:56Z-
dc.date.available2026-07-06T16:15:56Z-
dc.date.issued2005-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23771-
dc.description.abstractO filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) negou a Moral. Mas é necessário entender o que ele designa por "Moral" para saber o que realmente está negando. Para Nietzsche, existem dois tipos humanos definidos segundo a moral que exercitam – a moral só pode ser pessoal ou impessoal. No entanto, esta última é tão poderosa que quando pensamos no conceito "moral" pensamos apenas nela. Por isso ela pode ser iniciada por um "M" e a moral pessoal não, pois a total aceitação da moral impessoal fez com que a pessoal geralmente nem fosse considerada moral.Só a moral impessoal é negada por Nietzsche. Segundo ele, a moral judaico-cristã é o exemplo mais famoso. Todos os homens que seguem morais impessoais, vivendo em rebanhos onde todos têm os mesmos pensamentos e os mesmos talentos, são cordeiros – homens que amam o rebanho, a coesão do rebanho, a paz do rebanho, não amam seus pensamentos, seus desejos, sua individualidade, sua idiossincrasia. Algumas das palavras seguintes, talvez todas, sempre suscitarão o respeito dos cordeiros: autoridade, tradição e religião, mas só podem suscitar nos espíritos livres um sorriso indiferente, um sorriso significando que aqui elas não mandam, não suscitam medo, amor ou respeito. Espíritos livres não têm rebanho, têm seus pensamentos.pt_BR
dc.subjectmoral que exercitampt_BR
dc.subjectSer pessoal ou impessoalpt_BR
dc.subjectJudaico-cristãpt_BR
dc.titleDA MORAL DE REBANHO A AUTENTICIDADE: CORDEIROS E ESPÍRITOS LIVRES NA FILOSOFIA DO MARTELOpt_BR
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