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dc.contributor.advisorJACINTO, Rogério Vieira-
dc.contributor.authorJÚNIOR, Laerte Gonçalves-
dc.date.accessioned2026-07-06T15:46:00Z-
dc.date.available2026-07-06T15:46:00Z-
dc.date.issued2005-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23767-
dc.description.abstractA morte é o destino inexorável de todos os seres vivos. No entanto, só o homem tem consciência da própria morte.Ao perceber finito, o homem aguarda com ansiedade o que poderá ocorrer após a morte. A crença na imortalidade, na vida depois da morte, simboliza bem a recusa da própria destruição e o anseio de eternidade.No início da civilização relacionam o aparecimento das primeiras angústias metafísicas do homem ao registro dos sinais de culto aos mortos. A morte apresenta - se desde o início como uma fronteira que não significa apenas o fim da vida, mas o limiar de outra realidade instigante porque ininteligível, além de atemorizadora; o temor diante do desconhecido.A morte daqueles que amamos e a iminência da nossa própria morte estimula a crença a respeito da imortalidade.Através dos tempos, a consciência religiosa tem oferecido um conjunto de convicções que orientam o comportamento humano diante do mistério da morte: que seja pelos rituais de passagem dos primitivos quer seja religiões mais elaboradas, pelos preceitos do viver terreno para garantir melhor destino à alma. Por isso, a angústia da morte tem levado à crença na imortalidade e na aceitação do sobrenatural, do sagrado, do divino.pt_BR
dc.subjectSeres vivospt_BR
dc.subjectAnseio de eternidadept_BR
dc.subjectAngústias metafísicaspt_BR
dc.titleA MORTE EM PLATÃOpt_BR
Appears in Collections:Filosofia

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