Please use this identifier to cite or link to this item:
http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23688| Title: | O impacto do exercício físico na qualidade muscular e na qualidade de vida em idosos |
| Authors: | Vieira., Aila Davis Fanstone Pina Amaral, Gabriel Neves Costa, Isabela Caiado Peixoto Sales, Kercya de Almeida Silva Nunes, Marcos Brenno Piva Felter, Richard |
| Keywords: | Qualidade Muscular Exercício Físico Envelhecimento |
| Issue Date: | 19-Jun-2026 |
| Abstract: | A qualidade muscular envolve componentes como força, resistência, potência e composição muscular, todos fundamentais para a funcionalidade do idoso. Com o avanço da idade, é esperado que esses elementos diminuam, o que pode comprometer a autonomia e o desempenho nas atividades diárias. A prática regular de exercícios físicos desempenha papel essencial na preservação dessa qualidade, embora a adesão a tais atividades tenda a diminuir entre a população idosa. Diante desse cenário, o presente estudo teve como objetivo avaliar se a prática regular de exercício físico interfere na qualidade muscular de idosos, considerando parâmetros como força, resistência e composição corporal. A pesquisa, de caráter transversal e analítico, foi realizada com idosos participantes da Universidade Aberta à Pessoa Idosa (UniAPI) e do Centro de Convivência de Idosos (CCI) de Anápolis-GO. A amostra foi definida por cálculo amostral e incluiu 160 indivíduos, que responderam a dois questionários e realizaram três testes físicos. Esses instrumentos possibilitaram avaliar nível de atividade física, qualidade de vida, desempenho muscular e composição corporal, permitindo a análise da possível relação entre exercício físico e qualidade muscular. Os resultados mostraram predominância de mulheres (86,9%) e faixa etária média entre 70 e 79 anos (43,1%). A maior parte dos participantes apresentou IMC compatível com sobrepeso ou obesidade (70%), além de percentual de gordura acima do ideal. Apesar disso, a força de preensão palmar e o desempenho no teste de sentar e levantar ficaram dentro da normalidade para a maioria. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre idosos ativos e sedentários nos parâmetros avaliados, incluindo força, composição corporal, desempenho funcional e os domínios do WHOQOL-OLD. Portanto, mesmo sem diferenças estatísticas, os achados reforçam que a atividade física contribui para a manutenção da funcionalidade e destacam a importância de intervenções estruturadas e supervisionadas. Tais ações são essenciais para promover um envelhecimento mais saudável, autônomo e com melhor qualidade de vida. |
| URI: | http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23688 |
| Appears in Collections: | Trabalhos de Conclusão de Curso - TCC's |
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.
