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http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23687Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Simões, Angélica Lima Brandão | - |
| dc.contributor.author | Magalhães, Pedro Alexandre Afiune | - |
| dc.contributor.author | Filho, Pedro Henrique Ricarte | - |
| dc.contributor.author | Nasser, Pedro Henrique Guimarães Marques | - |
| dc.contributor.author | Jesus, João Vitor Vieira De | - |
| dc.contributor.author | Sales, Álvaro Borges | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-22T17:18:03Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-22T17:18:03Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-19 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23687 | - |
| dc.description.abstract | A obesidade é uma questão crescente de saúde pública, especialmente entre jovens adultos, estando intrinsecamente ligada ao desenvolvimento de doenças crônicas e à redução da qualidade de vida. No contexto dos estudantes de medicina, o estresse inerente à formação acadêmica, somado à alimentação inadequada e ao sedentarismo, atua como um forte catalisador para o desenvolvimento da obesidade. Diante disso, este estudo teve como objetivo identificar a relação entre o estresse e o Índice de Massa Corporal (IMC) em acadêmicos de medicina de uma universidade de referência no município de Anápolis, Goiás. Trata-se de um estudo observacional, analítico e transversal, com abordagem quantitativa, realizado com 288 discentes matriculados do 1º ao 8º período. A coleta de dados ocorreu por meio de um questionário sociodemográfico e de três instrumentos validados: MSSQ, PSS e TFEQ-R21. A análise dos dados empregou estatística descritiva e inferencial, adotando-se um nível de significância de p<0,05. A amostra evidenciou uma prevalência de excesso de peso de 24,3%, sendo significativamente mais expressiva no sexo masculino (45,0%) em comparação ao feminino (14,0%). O escore médio de estresse percebido (PSS) foi de 29,1, revelando que 91,3% dos estudantes operam sob níveis moderados, altos ou muito altos de estresse. Constatou se, ainda, uma elevada prevalência de comportamentos disfuncionais, como o descontrole alimentar (46,8%) e a alimentação emocional (44,1%). Embora não tenha sido identificada uma correlação linear direta entre o PSS e o IMC, o estresse correlacionou-se positivamente com a alimentação emocional e o descontrole alimentar, variáveis que, por sua vez, apresentaram associação direta com o aumento do IMC. No modelo multivariado, o sexo masculino, a idade e os escores elevados de alimentação emocional e de restrição alimentar cognitiva mantiveram se como preditores independentes para o excesso de peso. Conclui-se que o estresse acadêmico associa-se indiretamente à elevação do IMC, sendo esse processo mediado pela adoção de comportamentos alimentares disfuncionais. Tais achados evidenciam a necessidade premente de estratégias institucionais focadas na promoção da saúde mental, no manejo do estresse e na educação nutricional contínua dos futuros médicos. | pt_BR |
| dc.subject | Estresse | pt_BR |
| dc.subject | Obesidade | pt_BR |
| dc.subject | Hábitos Alimentares | pt_BR |
| dc.subject | Estudantes de Medicina | pt_BR |
| dc.title | A Influência do Estresse no IMC e nos Comportamentos Alimentares de Estudantes de Medicina | pt_BR |
| Appears in Collections: | Trabalhos de Conclusão de Curso - TCC's | |
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